Possuídos[Capitulo-10]

Posted by Samuel Douglas On 30 de junho de 2010 0 comentários

Está próximo o fim de tudo isso

Comecei pelas ultimas páginas... Na capa de trás havia uma foto minha, mas o estranho é que tinha desenhos por cima: sangue, tiros, facadas, cortes e etc.

Percebi que ela não gostava de mim, só queria me matar... E namorando comigo ficaríamos, mas privado, então ela me mataria.

-EUREKA! Exclamei.

Ao ler a ultima folha escrita, havia isto:

“Mas um dia e ainda não matei aquele idiota... amanha vou pedir para caçar a sós com ele. E com certeza irei matá-lo. O que ele não sabe é que sou filha de Manfred... Fiz um pacto com meu pai e não irei desistir disso.”

Algo dentro de mim dizia para deixar o diário onde estava... Coloquei lá e me deitei. O meu instinto não falhou. Ao passar cinco segundos depois que me deitei... Ela chegou.

Depois de pensar muito fui dormir...

Assustei-me, escutei um grito vindo do banheiro. Ninguém se acordou... Peguei minha faca e andei furtivamente.

Ao chegar lá, tomei um susto maior. Estava Edgard com asas e galego com braços fortes...

-O QUE É ISSO? Perguntei.

-“Gordo” como isso aconteceu? Eu estou com asas. Edgard perguntou

-Edgard agente deu pouca poção a vocês, e eu acho que sendo assim vocês não obtiveram a cura com perfeição. Falei

Galego nem se importava ele estava forte que nem um touro. Edgard também não teve má sorte... Agora ele poderia voar, bastava aprender.

-Edgard! Exclamei.

-Diz gordo. Ele falava assustado.

-Vamos aqui fora, quero ver uma coisa. Falei.

Edgard e galego me acompanharam até a saída do Hotel...

-Edgard vê só, tenta voar. Falei.

Edgard usando muita força mental conseguia bater pouco as asas.

-Edgard se concentra... Galego falou.

Edgard ficou mais calmo, e suas asas começaram a bater, bater e bater.

Até que seus pés não tocavam mais o chão... Edgard começou a voar. Ao olhar para o lado, galego estava com um “palio” na mão. Ao jogar galego disse:

-Voa Edgard ou então o carro bate em tu.

Edgard nesse momento começou a voar alto, e já criava confiança em suas asas.

Rodrigo sai do hotel feliz, por eles estarem vivos.

-“Oxe” o que é isso? Edgard voando? Galego forte? Como isso aconteceu? Rodrigo fala coberto por duvidas.

-Nós não demos a poção na dose certa e isto aconteceu. Falei.

-Realmente. Disse Rodrigo pensativo.

-Mas o importante é que estão vivos... Lobo falou na porta do Hotel.

-“Dale” LOBO. Galego e Edgard falaram.

De repente sai Saionara do Hotel e diz:

-Vamos caçar Samuel.

Lembrei-me da noite passada ao ler o seu diário... Mesmo assim eu aceitei, pois iria dar o troco. Fomos até o parque ao ficarmos a sós eu atirei em seu coração.

-Como descobriu? Ela falou.

-Meninas deviam tomar conta dos seus diários. Falei.

Ao dizer aquilo... Atirei a ultima vez na testa deixando-a morta. Para ter certeza ainda fiz um horrível corte em seu pescoço.

Fui até o grande pássaro e montei nele. Voando fomos a procura do alimento da ave... Olhando aquilo de cima, me deixa mais preocupado. Consigo avistar vários possuídos ainda. Em algumas árvores existem muitas aglomerações deles... Achei uma árvore que estava dando fruto, mas havia alguns possuídos nela. Como até agora era a única... A melhor opção era matá-los. Dei o sinal e ave desceu. Saquei a arma e comecei a atirar, muitos morreram, porém sobrou um. Minhas balas haviam acabado. Quando puxei a faca... O próprio pássaro se encarregou de matar. Subi na árvore e comecei a alimentar o pássaro. Enquanto o pássaro comia retirei alguns frutos e me alimentei. Ainda estava pensando no que Saionara iria fazer comigo.

-Hãm? Como assim? São trigêmeas... Ou seja, elas também estão no plano de Manfred. Voltei até o corpo de Saionara e procurei alguma pista... Lá estava um medalhão e penas negras. Acho que era com isso que o Ritual era feito.

Montei no pássaro e fui antecipar a morte das outras que sobraram. Fui voando até o Hotel, e ao chegar lá... Estava Lobo sangrando muito e as garotas mortas. Senti-me culpado por não ter avisado antes. Desci do pássaro e fui buscar os curativos. Após enfaixar Lobo, Voei com o pássaro até o teto do Hotel. E deitei-me...

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