Possuídos![Capitulo-01]

Posted by Samuel Douglas On 18 de junho de 2010 0 comentários

A partir de hoje começarei um livro... É uma estória que se passa em Olinda, e o mundo está repleto de demônios... Só a alguns jovens para salvar a cidade. O resto vocês acompanharam...

O Começo de uma Grande Jornada

Olá meu nome é Samuel. E vou contar tudo desde o princípio. Tudo começou quando um homem chamado Manfred, teve a péssima idéia de invocar um demônio fêmeo da terra. Foi à pior idéia que um ser humano poderia ter... E o pior é que a demônio fêmeo estava à espera de filhotes. Ninguém sabia da existência do demônio, apenas Manfred. O Demônio teve quatorze filhotes. E todos eles foram se relacionando e criando mais filhotes. Até ter muitos demônios em Olinda. Quase todos morreram. Mas a justiça foi feita. Eu e Rodrigo decapitamos o tal Manfred. Sem dó e nem piedade. E o resto do corpo foi dado aos cavalos com fome.

E agora estou aqui em cima de uma árvore. Por causa de demônios da terra e por incrível que pareça, também por causa de demônios do fogo. Não sei como eles foram criados mais até a minha morte eu vou descobrir.

Eles esperam por meu vacilo. Não posso vacilar em momento algum. Pois estou no cemitério de Olinda e tenho que prosseguir até o fórum por causa do Rodrigo, o meu velho amigo. Será que Rodrigo está vivo? Marquei com ele às três da tarde no fórum. Antes de sair ele disse que iria atrás de novos sobreviventes. Tenho medo de que ele não apareça.

Com asas de glória eu voarei valente e selvagem para o fórum a espera de Rodrigo. De arvore em arvore estou chegando ao fórum. Até um “Demônio do Fogo” aparecer... Assustado eu disse gritando:

- CARACA! UM DEMÔNIO DO FOGO... O Demônio gritou de uma forma estrondosa. E se ele falasse acho que estaria dizendo:

-Cai pra dentro OTÁRIO.

Pensando comigo mesmo, falei:

- Não posso ficar com medo, pois se ele me atacar posso morrer e ninguém nunca mais viverá em Olinda. Criei coragem e falei em gritando:

-Saia demônio ou vai se arrepender.

O Demônio não pensou muito e veio logo me atacar. Eu e o demônio travamos uma luta terrível. Numa troca de ataques com a minha faca da Marinha, a unica lembrança que tenho do meu avô, eu achei o ponto fraco dele... É o braço esquerdo. Percebi que com ataques graduais no braço esquerdo ele foi se enfraquecendo. Continuei até que pudesse arrancar o braço dele totalmente. Ao arrancar o braço dele... O resto do corpo virou cinzas. Olhei para o Relógio já era duas e cinqüenta. A sorte é que eu já estava na avenida pan nordestina cerca de uns novecentos e sessenta metros até o fórum. Se eu correr chego na hora.

Não perdi tempo, fui pulando entre árvores até o fórum. Consegui chegar às três e uma. Assustei-me ao chegar, pois não vi Rodrigo em lugar algum, Até eu escutar um assobio atrás de mim. Ao olhar para trás, estava ele em pé em um muro não muito conservado com uma cabeça de um Demônio do Fogo. Eu fiquei aliviado ao ver meu amigo vivo. Nós começamos a andar por Olinda, foi quando o maior grito escutado por mim acabava de soado. Aparentava ter sido no começo da Av. Joaquin Nabuco para ser mais preciso foi ao lado do “Fidji Motel”.

Eu e Rodrigo fomos depressa até o “Fidji”. Ao chegar lá, Havia um “Demônio do Fogo Mamãe” procurando seu filho. Já era tarde de Demais, pois percebemos que o Demônio do Fogo que o Rodrigo matou era o filho dela. Aproveitando o Rodrigo sabendo que a noite agora é muito fria, Rodrigo ao matar o Demônio de fogo retirou o couro, e fez um casaco com o couro.

O Demônio do Fogo ao ver o casaco ficou dez vezes mais furioso. Querendo o seu filho de Volta, Ficou em forma de ataque e pulou atacando o Rodrigo. O Demônio parou em cima dele. Assustei-me. Mas quando menos espero o Demônio voa, e Rodrigo começou a rolar até perto de mim. Demônio caiu no chão já morto. percebi que enquanto o demônio estava em cima dele... Ele o esfaqueou todo com seu canivete suíço.

Um velho sai da escuridão... Bateu palmas ao ver a batalha entre o Demônio e Rodrigo. Ele com uma voz cansada disse:

-Jovem Guerreiro aqui acabará sua sede por vingança. Aqui tenho guardado um Veneno feito por mim mesmo...

-Com que recursos o Senhor fez esse veneno? Responde Rodrigo em dúvida.

-Com o próprio sangue de todas as bestas já encontradas aqui em Olinda. Responde o velho.

Rodrigo pega o Veneno, e fez certa pergunta ao velho:

-Como usarei isto? O velho sem perder tempo retirou um punhal da Capa misteriosa e se matou. Nós Assustados fomos até o velho a procura de algo em sua capa. E nada encontramos.

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